Dias bons, dias maus
- Carolina Giarola
- 4 de mai. de 2020
- 2 min de leitura
“Quando os dias forem bons, aproveite-os bem; mas, quando forem ruins, considere: Deus fez tanto um quanto o outro, para evitar que o homem descubra alguma coisa sobre o seu futuro.” (Eclesiastes 7:4)
Este versículo nos mostra que Deus permite em nossas vidas dias bons e dias ruins segundo Seus propósitos, sem nos mostrar qual é o Seu plano.
Mas a grande questão é que não consideramos os dias ruins, pois olhamos apenas para o aquilo que nos favorece. Ou seja, somos gratos somente quando recebemos as bençãos de Deus, quando realizamos nossos sonhos e projetos. Seja por meio de uma realização pessoal, sentimental, familiar, profissional etc. Agradecemos pela prosperidade, pela comida na mesa, pela saúde, pelos relacionamentos. Todo dia assim é um presente de Deus para nos alegrarmos.
Mas nem todo dia é assim. O sol, a chuva, a neve, o frio, são para todos! Mas os problemas, a conquista, a doença, a alegria, a tristeza, a morte, também! E é essa combinação de acontecimentos que nos fazem lembrar que somos dependentes de Deus em todos os momentos.
É inevitável não passar por determinadas situações enquanto estamos nessa terra, pois o próprio Jesus nos disse que no “mundo teremos aflições”. E isso foi referindo a todos nós, ou seja, não existe uma classe social, uma religião, ou qualquer outra categoria que seja imune aos dias maus.
Assim como Jó reconheceu e glorificou a Deus mesmo diante da adversidade, também devemos considerar que se temos recebido o bem de Deus, como não receberíamos também o mal? (Jó 2:10)
Quer estejamos tendo um dia bom ou um dia ruim, sempre haverá um meio de glorificar e sermos gratos a Deus por tudo que Ele fez e tem feito em nossas vidas. Só precisamos olhar as circunstâncias atuais com a perspectiva de Deus, pois somente assim conseguiremos ver que Ele sempre esteve conosco, e mesmo em dias maus Ele nunca nos deixou desamparados.


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